QUE BOM SERIA...
Acordar cedo e poder dizer: vou para o trabalho e colocar no fim dessa frase uma exclamação que denotasse o trabalho não como profissão, e sim como uma paixão.
Que bom seria... Quando lá chegar, falar um belo bom dia! Não como código de convívio social, mas como sincera explosão de afeto.
Que bom seria... Preparar conteúdos, na certeza da interferência de cada educando.
Que bom seria... Com os conteúdos conseguir transportar os alunos para um de sonhos. E para cada conteúdo ter recursos adequados para que os sonhos fossem possíveis e realizáveis.
Que bom seria... Se vez por outra poder “derrubar” os muros da escola e realizar a aula na casa de alguém que acabou de nascer ou alguém que cansou de viver. Explicar para os alunos o sentido da vida e mostrar que algumas pessoas têm suas vidas marcadas tão somente por um traço; nascido em... Traço falecido em...
Que bom seria...
Ensinar o português sem colher o “bairrês”.
Explicar a matemática e colher a prática.
Falar de história sem pensar: onde mora?
Na geografia esquecer-se de muitos que vêm de barriga vazia, noites frias e pior; mentes cheias de tudo, menos de geografia. Para aonde vou? Onde vou trabalhar? Quem é meu pai? Onde está minha mãe? Quem sou? Que posição ocupo neste? Ah! Poder resolver uma parte dessa geografia, sem usar a nota fria.
Na ciência constatar que o corpo humano é também uma alma, um espírito, uma vida que tratadas humanamente e não só cientificamente como um de CPF, C.I. , ou número de chamada do diário escolar.
Se as artes acender em cada aluno o iluminismo de séculos passados como uma perspectiva artística de reverter todo retrato que já está pintado com um futuro incerto e transformá-lo em concreto e alcançável.
Religiosamente dizer: ontem eu lutei, hoje fui vitorioso, amanhã vencerei.
Em cada modalidade esportiva disputa poder dizer: “nenhuma derrota é fatal e nenhuma vitória é final”.
Ah! Que bom seria... Terminado o expediente o prazer superar o cansaço e poder dizer: até amanhã! Não para simbolizar repouso ou descanso... Mas que o até amanhã fosse só o sinal de que a terra daria um pequeno giro de doze horas e sua sombra impediria a execução do labor, porém o continua a brilhar e o meu vigor junto com a sua luz.
Que bom seria... Não aposentar, porque mestres, estes são eternos.
Loacyr Claudio Martins Fernandes ( CICA )
QUE BOM SERIA...
Acordar cedo e poder dizer: vou para o trabalho e colocar no fim dessa frase uma exclamação que denotasse o trabalho não como profissão, e sim como uma paixão.
Que bom seria... Quando lá chegar, falar um belo bom dia! Não como código de convívio social, mas como sincera explosão de afeto.
Que bom seria... Preparar conteúdos, na certeza da interferência de cada educando.
Que bom seria... Com os conteúdos conseguir transportar os alunos para um de sonhos. E para cada conteúdo ter recursos adequados para que os sonhos fossem possíveis e realizáveis.
Que bom seria... Se vez por outra poder “derrubar” os muros da escola e realizar a aula na casa de alguém que acabou de nascer ou alguém que cansou de viver. Explicar para os alunos o sentido da vida e mostrar que algumas pessoas têm suas vidas marcadas tão somente por um traço; nascido em... Traço falecido em...
Que bom seria...
Ensinar o português sem colher o “bairrês”.
Explicar a matemática e colher a prática.
Falar de história sem pensar: onde mora?
Na geografia esquecer-se de muitos que vêm de barriga vazia, noites frias e pior; mentes cheias de tudo, menos de geografia. Para aonde vou? Onde vou trabalhar? Quem é meu pai? Onde está minha mãe? Quem sou? Que posição ocupo neste? Ah! Poder resolver uma parte dessa geografia, sem usar a nota fria.
Na ciência constatar que o corpo humano é também uma alma, um espírito, uma vida que tratadas humanamente e não só cientificamente como um de CPF, C.I. , ou número de chamada do diário escolar.
Se as artes acender em cada aluno o iluminismo de séculos passados como uma perspectiva artística de reverter todo retrato que já está pintado com um futuro incerto e transformá-lo em concreto e alcançável.
Religiosamente dizer: ontem eu lutei, hoje fui vitorioso, amanhã vencerei.
Em cada modalidade esportiva disputa poder dizer: “nenhuma derrota é fatal e nenhuma vitória é final”.
Ah! Que bom seria... Terminado o expediente o prazer superar o cansaço e poder dizer: até amanhã! Não para simbolizar repouso ou descanso... Mas que o até amanhã fosse só o sinal de que a terra daria um pequeno giro de doze horas e sua sombra impediria a execução do labor, porém o continua a brilhar e o meu vigor junto com a sua luz.
Que bom seria... Não aposentar, porque mestres, estes são eternos.
Loacyr Claudio Martins Fernandes ( CICA )


3 comentários:
gostei
Que bom seria que tudo que se ler em uma poesia se tornasce realidade.
Mas a sempre a esperança de um dia melhor parabens professor Cica
Parabéns Cica pelo belo poema, pena que a vida corrida, de uma escola para outra, esquecemos de elogiar os bons trabalhos dos nossos colegas, tenho orgulho de trabalhar com vc Cica!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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